Leia e veja que doideira essa loja de moda jovem. É tudo o que as aulas de marketing falam pra não se fazer.

Em Boston, Estdos Unidos, numa afastada avenida uma simples mercearia, sem letreiro ou número, esconde um imenso porão frequentado por um limitado número de consumidores ávidos por novidades.
Lá se encontra insatalada uma das mais secretas lojas de tênis raros do mundo. Para visitá-la, não basta querer, você precisa descobrir o acesso em meio a gondôlas cheias de sabão em pó e latas de Coca-Cola (veja página inicial do site).
Com um pouco de sorte, o atendente pode dar a dica que levará o cliente perdido ao espaço desejado, chamado Bodega (em espanhol pequena venda). Basta abrir a máquina que vende refrigerantes (confira na foto abaixo) e atravessar uma pequena porta escondida para avistar as escadas e a sala gigantesca, com prateleiras de mogno, armários até o teto e iluminação amena.


Para vender estão camisas e jaquetas premium e tênis com valor acima de US$ 2 mil. São edições limitadas de produtos criados pela Nike, Puma e Adidas, e enviados diretamente para a loja.
A Bodega é na verdade uma cdeia de 6 lojas, todas nos EUA. Lá o clima é de uma sociedade secreta, conforme diz Jay Gordon, um dos fundadores: “Queremos continuar a ser uma espécie de lenda urbana, um clube privado”.
O boca a boca pode fazer a aura de "loja para poucos" desaparecer.
“Os consumidores querem simplicidade, autenticidade e exclusividade. As lojas têm de gerar curiosidade com a ideia de que algo está acontecendo em algum lugar onde eles não podem chegar”, disse o professor da Fox School os Business e autor de um livro sobre o tema, Indrajit Sinhá.
Para mostrar que esse tipo de estratégia antimarketing agrada aos fabricantes, a Nike manda metade dos seus modelos exclusivos para a Bodega. Em 2008, a Puma lançou um novo calçado inspirado em tiras de quadrinhos da época da Guerra Fria, de couro especial e solado translúcido. A empresa colocou o produto em nove pontos no mundo - e os seis pontos da Bodega estavam entre eles. O par custava cerca de R$ 800. A Adidas mandou lotes de produtos para a rede no ano passado e, mas ao invés das três listas, os tênis traziam impressos o nome Bodega.
A necessidade de vender volumes maiores sem mexer em preço, em tempos de crise financeira, tende a vulgarizar a marca. “Não temos que dizer: ‘Por favor, me compre’. Trata-se de manter uma filosofia de vida”, declara Jochen Zeitz, presidente da Puma, ao comentar o atual cenário econômico. É exatamente o que a Bodega faz. A empresa surgiu porque os três sócios Oliver Mak, Jay Gordon e Dan Natola queriam tornar mais profissional a busca por sapatos que ninguém mais tinha.
Até o final de 2008, a loja não possuia site. Hoje ela já tem, mas, se for acessar, não se assuste com a página inicial.



Isso me fez lembrar de uma experiência semelhante que tive em Nova Iorque no ano passado, mas fica para um post em breve.

Em Boston, Estdos Unidos, numa afastada avenida uma simples mercearia, sem letreiro ou número, esconde um imenso porão frequentado por um limitado número de consumidores ávidos por novidades.
Lá se encontra insatalada uma das mais secretas lojas de tênis raros do mundo. Para visitá-la, não basta querer, você precisa descobrir o acesso em meio a gondôlas cheias de sabão em pó e latas de Coca-Cola (veja página inicial do site).
Com um pouco de sorte, o atendente pode dar a dica que levará o cliente perdido ao espaço desejado, chamado Bodega (em espanhol pequena venda). Basta abrir a máquina que vende refrigerantes (confira na foto abaixo) e atravessar uma pequena porta escondida para avistar as escadas e a sala gigantesca, com prateleiras de mogno, armários até o teto e iluminação amena.


Para vender estão camisas e jaquetas premium e tênis com valor acima de US$ 2 mil. São edições limitadas de produtos criados pela Nike, Puma e Adidas, e enviados diretamente para a loja.
A Bodega é na verdade uma cdeia de 6 lojas, todas nos EUA. Lá o clima é de uma sociedade secreta, conforme diz Jay Gordon, um dos fundadores: “Queremos continuar a ser uma espécie de lenda urbana, um clube privado”.
O boca a boca pode fazer a aura de "loja para poucos" desaparecer.
“Os consumidores querem simplicidade, autenticidade e exclusividade. As lojas têm de gerar curiosidade com a ideia de que algo está acontecendo em algum lugar onde eles não podem chegar”, disse o professor da Fox School os Business e autor de um livro sobre o tema, Indrajit Sinhá.
Para mostrar que esse tipo de estratégia antimarketing agrada aos fabricantes, a Nike manda metade dos seus modelos exclusivos para a Bodega. Em 2008, a Puma lançou um novo calçado inspirado em tiras de quadrinhos da época da Guerra Fria, de couro especial e solado translúcido. A empresa colocou o produto em nove pontos no mundo - e os seis pontos da Bodega estavam entre eles. O par custava cerca de R$ 800. A Adidas mandou lotes de produtos para a rede no ano passado e, mas ao invés das três listas, os tênis traziam impressos o nome Bodega.
A necessidade de vender volumes maiores sem mexer em preço, em tempos de crise financeira, tende a vulgarizar a marca. “Não temos que dizer: ‘Por favor, me compre’. Trata-se de manter uma filosofia de vida”, declara Jochen Zeitz, presidente da Puma, ao comentar o atual cenário econômico. É exatamente o que a Bodega faz. A empresa surgiu porque os três sócios Oliver Mak, Jay Gordon e Dan Natola queriam tornar mais profissional a busca por sapatos que ninguém mais tinha.
Até o final de 2008, a loja não possuia site. Hoje ela já tem, mas, se for acessar, não se assuste com a página inicial.



Isso me fez lembrar de uma experiência semelhante que tive em Nova Iorque no ano passado, mas fica para um post em breve.
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